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terça-feira, 6 de novembro de 2012

É possível entender a História através de imagens.


Entendendo a República Velha (1989/1930) através de charges e imagens

Essa não era a República de nossos sonhos....

Voto de cabresto, manipulação política e domínio das elites agrárias: estrutura política oligárquica e manipulação política.
“Sendo função social antes que direito, o voto era concedido àqueles a quem a sociedade julgava poder confiar a sua preservação. No Império, como na República, foram excluídos os pobres (seja pela renda, seja pela exigência da alfabetização), os mendigos, as mulheres, os menores de idade [menores de 21], as praças de pré (soldados e marinheiros), os membros de ordens religiosas. Ficava fora da sociedade política a grande maioria da população.
Algumas mudanças, como a eliminação do Poder Moderador, do Senado Vitalício e do Conselho de Estado e a introdução do federalismo, tinham sem dúvida inspiração democratizante, na medida em que buscavam desconcentrar o exercício do poder. Mas, não vindo acompanhadas por expansão significativa da cidadania política, resultaram em entregar o governo mais diretamente aos setores dominantes, tanto rurais quanto urbanos.”
(CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados. O Rio de Janeiro e a República que não foi. 3ª Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. pp. 43-46.)
Domínio político das oligarquias regionais e a política do café com leite.


Osvaldo Cruz é retratado de forma autoritária, dando ordem para que o mata-mosquito não perturbe o sossego dos ricos e concentre a atenção nas moradias dos pobres.
A questão social tratada como caso de polícia: exemplo a Revolta da Vacina e a violência contra a população pobre.

Durante a República Velha, o governo federal fez uso das forças armadas, não só para reprimir levantes liderados por militares ou chefes políticos regionais, mas também para combater movimentos populares sertanejos.

Até os marinheiros se revoltaram...


No sertão, os cangaceiros fizeram história, até serem capturados...



Mas as coisas não iam tão bem assim. Em 1930 as oligarquias começaram a ser questionadas.

E Getúlio Vargas deu um pontapé nas oligarquias, para ficar 15 anos no poder, pode?????


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

sugestão de aula sobre Guerra do Vietnã


PLANO DE AULA
1. Conteúdo: A Guerra do Vietnã.
2. Carga Horária: 90 min. (exibição do filme e leitura da canção = 55 min.; debate = 35
min.).
3. Séries: 1º ao 3º ano do Ensino Médio.
4. Conceitos: Guerra fria – Ideologia Militarista. 
5. Objetivos: Saber analisar e interpretar diversos tipos de documentos; Identificar a
construção das ideologias e perceber as motivações que estão, intrinsecamente,  ligadas
aos discursos belicistas. 
6. Metodologia: 
6.1. Documentos: o filme Nascido para matar (1987), de Stanley Kubrick e a
música A canção do senhor da guerra (1992), da Legião Urbana. 
6.2. Dinâmica, na seguinte ordem: Formação de grupos; Exibição do  filme;
Leitura da canção; Discussão a partir das questões propostas.
6.3. Recursos e materiais: TV, aparelho de DVD e aparelho de som. 
7. Avaliação: Participação na discussão da obra cinematográfica; Leitura e análise da
atividade escrita.
Obs.: Uma semana antes da realização da atividade, pedir aos  alunos que façam uma
pesquisa em livros didáticos sobre a política internacional na década de 1980. O que
estava acontecendo no mundo naquele período? Os Estados Unidos estavam envolvidos,
direta ou indiretamente, com alguma guerra? A idéia é fazer com que os alunos possam
articular a obra cinematográfica com o contexto da época em que ela foi lançada.
Documento 1- O filme “Nascido para matar”
Direção: Stanley Kubrick.Elenco: Matthew Modine, Adam Baldwin, Vincent
D’Onofrio, Lee Ermey, Dorian Harewood, Arliss Howard, Kevin Major Howard e Ed
O’Ross. País: Estados Unidos. Ano: 1987. Duração: 117 min. Cor: Colorido
Stanley Kubrick (1928-1999) foi um dos maiores cineastas da história  dos Estados
Unidos. Inovador e revolucionário, na perspectiva da linguagem cinematográfica, crítico
de cinema e da sociedade burguesa norte-americana, Kubrick construiu um belíssimo Fênix – Revista de História e Estudos Culturais
Abril/ Maio/ Junho de 2008  Vol. 5  Ano V  nº 2
ISSN: 1807-6971
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filme sobre a Guerra do Vietnã.  Nascido para Matar se divide em duas partes. Na
primeira, a história se passa num campo de treinamento, onde os soldados são treinados
por um oficial duro e cruel do Corpo de Fuzileiros Navais. A segunda,  em uma das
grandes batalhas no Vietnã, quando os soldados norte-americanos percebem a
verdadeira imagem da guerra. Principais filmes: 2001, uma odisséia no espaço (1968),
Spartacus (1960) e  Glória feita de sangue (1957),  O iluminado (1980) e  Laranja
mecânica (1971).
Documento 2 – “A Canção do Senhor da Guerra”, da banda Legião Urbana
Letra: Renato Russo. Disco: Música para Acampamentos. Ano: 1992. País: Brasil. Uma
das bandas de rock mais importantes que surgiu na década de 1980 (a banda “nasceu”
em Brasília, em 1983). O vocalista e o compositor do grupo, Renato Russo, foi um dos
maiores nomes da música pop no país, ao lado de Cazuza. Morreu em 1996, vítima de
Aids. 
Existe alguém esperando por você / Que vai comprar a sua juventude / E convencê-lo a
vencer
Mais uma guerra sem razão / (E já são tantas as crianças com armas na mão) / Mas lhe
explicam novamente que a guerra gera emprego / E aumenta a produção / Uma guerra
sempre avança tecnologia / Mesmo sendo guerra santa, quente, morna ou fria / Pra que
exportar comida / Se as armas dão mais lucros na exportação ?
Existe alguém que está contando com você / Pra lutar em seu lugar, já que nessa guerra /
Não é ele quem vai morrer / E quando longe de casa / Ferido e com frio, o inimigo você
espera / Ele estará com outros velhos / Inventando novos jogos de guerra
E belíssimas cenas de destruição / (Não teremos mais problemas com a super
população) / Veja que uniforme lindo fizemos pra você / E lembre-se sempre que Deus
está do lado de quem vai vencer 
O senhor da guerra / Não gosta de crianças...
O senhor da guerra / Não gosta de crianças...
Questões: Roteiro de Discussão Fênix – Revista de História e Estudos Culturais
Abril/ Maio/ Junho de 2008  Vol. 5  Ano V  nº 2
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a) Quem é o autor do filme? Qual o tema central do filme? Você conhece ou já ouviu
falar de filmes que abordam o mesmo assunto? Quando o filme foi lançado no mercado?
O que você sabe do contexto político internacional, na época? Comente. O filme tem
alguma relação com a época em que foi produzido? Comente. O filme apresenta algum
diálogo que expressa o contexto da guerra fria? Comente a forma de treinamento
contida no filme. Qual era o seu objetivo? Alguma personagem chamou sua atenção, em
especial? Por quê? Que imagem o filme reproduz da guerra?
b) Quem é o autor (ou autores) da canção (letra e melodia)? Qual o tema da canção?
Qual o ritmo da música? Quando foi composta? O que você sabe do contexto político
do Brasil na época? Comente. Quais as “imagens” que a canção reproduz da guerra? Há
alguma razão para os homens declararem guerra?
c) Que relação você estabelece entre o filme e a canção? Aponte momentos nos dois
documentos em que a construção ideológica do discurso belicista apresenta-se de forma
explícita? Nos documentos, a religião serve como instrumento para justificar a guerra?
Comente. Podemos dizer que tanto o filme quanto à canção são atuais? Comente sobre
os conflitos atuais que você conhece.

Orientações metodológicas para o trabalho com filmes


CINEMA E ENSINO DE HISTÓRIA: REALIDADE ESCOLAR, PROPOSTAS E PRÁTICAS NA SALA DE AULA
Jairo Carvalho do Nascimento
Universidade do Estado da Bahia – UNEB
jcnascimento@uneb.br
Partindo desse princípio, ao aplicar uma atividade com filmes na sala de aula, feito preliminarmente o levantamento e a escolha do filme, a partir do conteúdo da unidade e da faixa etária da turma, o professor deve tomar alguns cuidados preliminares, imprescindíveis para o bom desempenho de sua prática pedagógica. Dois cuidados são necessários: o cuidado técnico-operacional e o metodológico. O cuidado  técnicooperacional consiste na precaução que o professor deve ter em verificar, com certa antecedência, se os equipamentos eletrônicos estão em perfeitas condições de ser
usados, para que não ocorra nenhuma surpresa no dia da aula.
A parte metodológica é o suporte que orienta o bom andamento da atividade pedagógica. No caso em apreço, resume-se em dois momentos: a preparação e a execução. Ao todo são cinco passos fundamentais que devem guiar a prática docente. 
a) A Preparação 
1. Primeiro passo (ver o filme) 
Assistir ao filme que se pretende usar, pelo menos mais de uma vez. Normalmente, o professor escolhe por indicação de outro colega ou porque leu e tem algumas informações acerca do filme. Se o professor já conhece  o filme, o caminho torna-se mais fácil ainda. Deve ter um “olhar clínico”, prestando atenção nas cenas, observando detalhes e diálogos importantes. Tudo deve ser anotado. Em seguida, fazer uma pesquisa sobre o diretor e o contexto em que o filme foi produzido.
2. Segundo passo (organizar e redigir o plano de aula) 
Após essa fase inicial, deve-se elaborar o planejamento da aula, expondo os objetivos, os temas para discussão, os critérios metodológicos e avaliativos. Cf. BURKE, Peter. Testemunha ocular: história e imagem. Tradução de Vera Maria X. dos Santos.
Bauru: EDUSC, 2004. p. 193-196 Cf. NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2003. Fênix – Revista de História e Estudos Culturais
Abril/ Maio/ Junho de 2008  Vol. 5  Ano V  nº 2 ISSN: 1807-6971 Disponível em: www.revistafenix.pro.br planejamento é, fundamentalmente, a alma de uma boa aula. Uma aula bem planejada, portanto, tem tudo para dar bons resultados, tanto do ponto de vista didático quanto da aprendizagem. É nessa fase que o professor deve decidir-se se exibe o filme na íntegra ou apenas parte dele. O tempo disponível na educação básica, em média 100 minutos (seqüência de duas aulas), provoca essa preocupação. Mas são os objetivos da aula que nortearão essa decisão. Em Nascido para matar, por exemplo, nosso objetivo é discutir a construção ideológica do discurso militarista norte-americano.  A primeira parte do filme, o momento do treinamento dos soldados, que termina tragicamente com um assassinato e um suicídio, fruto do rigor da formação e do catecismo militar, é suficiente para promover o debate. A anotação preliminar, contendo observações,  perguntas e questionamentos, é o ponto de partida para redigir o plano de aula. O plano deve ter uma linguagem clara e objetiva. 
b) A Execução
3. Terceiro passo (apresentação do plano de aula) 
Antes da exibição do filme, o professor deve expor o seu planejamento  aos alunos e entregar cópias do plano. Nele, de forma resumida, o professor deve apresentar a sinopse do filme, algumas informações sobre o diretor e os pontos para discussão. Utilizando outra fonte com o fim de ampliar o debate, deve-se também evidenciar informações, para que o aluno possa identificar o documento; em seguida, fazer um comentário preliminar da obra; sugerir aos alunos que façam anotações, de acordo com os objetivos do plano de aula. Durante a exibição, o professor não deve sair da sala de aula. A sua presença é fundamental para coordenar a aula, evitando que os alunos se dispersem. Caso algum aluno peça que o professor volte uma determinada cena para revê-la, o professor não deve se recusar a fazê-lo, desde que isso não ocorra, de forma constante e indiscriminada. O recomendável é deixar o filme transcorrer sem maiores interrupções. Eleger uma parte de um determinado filme (como no nosso caso) e fatiá-lo
em partes com o objetivo de comentar cada uma como se faz com um  texto escrito, atrapalha e quebra o ritmo da narrativa da linguagem cinematográfica – que se assenta na articulação de imagens.     
4. Quarto passo (análise propriamente dita)  Fênix – Revista de História e Estudos Culturais Abril/ Maio/ Junho de 2008  Vol. 5  Ano V  nº 2 ISSN: 1807-6971 Disponível em: www.revistafenix.pro.br
Momento de analisar e criticar o filme. Ressaltamos que não estamos apresentando caminhos metodológicos para formar pesquisadores; o nosso objetivo é atingir necessariamente o ensino e o professor, indicando apenas alguns passos para melhorar sua prática. Ou seja: o professor não precisa ser um especialista na compreensão dos mecanismos da linguagem cinematográfica, mas, ter algumas noções básicas é suficiente para enriquecer sua metodologia.  Uma das orientações que o professor deve fazer é pedir que os alunos prestem atenção nos detalhes dos ângulos, nos planos e enquadramentos, aqueles detalhes que o diretor fez questão de ressaltar. Em Nascido para matar, por exemplo, o início do filme é significativo: jovens sentados raspando a cabeça, ao som de  uma canção que versa sobre a “América” e a guerra com “um tom de otimismo”. Filmado em primeiro plano, o valor simbólico da cena encontra-se na fisionomia do rosto de cada jovem, que mostra o “contentamento” de alguns e o “descontentamento” de outros. É possível perceber a diversidade: brancos e negros e jovens aparentemente de origem latina. Pela expressão facial, cada um transmite diversos sentimentos como medo e incerteza. O professor pode explorar esse momento do filme para tecer algumas perguntas: os jovens estavam satisfeitos em ir para a guerra? Como eles eram (parecidos/diferentes)? As possibilidades, mesmo analisando essa cena, são variadas. Segundo Jean-Louis Leutrat, pesquisador da relação cinema/história, após “delimitar” e “medir” o “terreno” a ser analisado, um filme na íntegra ou parte dele, o importante é analisar com precisão o objeto selecionado, e “[...] em conformidade com sua natureza,  efetuar seus próprios movimentos de pensamento”.
Prestar atenção na justaposição de imagens, diálogos e música. Essa relação revela discursos embutidos, explícita ou implicitamente, na obra. Em Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), de Glauber Rocha há um momento em que essa relação aparece: enquanto o padre e um fazendeiro tentam convencer Antônio das Mortes (o famoso matador de cangaceiros, interpretado por Maurício do Valle) a matar o Santo Sebastião e seu séqüito, responsável pela crise financeira da Igreja (falta de dízimos e doações,
 “A América ouviu o chamado do clarim / Você sabe que ele chama por você e por mim / Não creio que esta guerra um dia tenha fim / Há luta que, mais uma vez, irá nos separar / Adeus, minha querida /Olá, Vietnã / Aqui estou para esta guerra vencer / Dê-me um beijo de adeus / E escreva quando eu me for / Adeus, minha querida / Olá, Vietnã”.   LEUTRAT, Jean-Louis. Uma relação de diversos andares: cinema e história. Tradução de Rubens Machado. Imagens, Campinas, n. 5, p. 32, ago./dez. 1995. Fênix – Revista de História e Estudos Culturais Abril/ Maio/ Junho de 2008  Vol. 5  Ano V  nº 2
ISSN: 1807-6971 Disponível em: www.revistafenix.pro.br segundo o padre) sobre a cabeça das três personagens, na parede, no alto, aparece uma cruz que permanece durante um bom tempo em evidência. Na seqüência final da cena, quando o padre entrega o dinheiro para Antônio das Mortes, fora da Igreja, uma música religiosa instrumental encerra a negociação. O que ele quis fazer e apresentar foi o papel decisivo da Igreja na política de exterminar os fanáticos do  Santo Sebastião, que prejudicavam os interesses econômicos da instituição católica, utilizando simbolicamente um dos principais símbolos do catolicismo, a cruz. Faz referência inclusive a Canudos, onde o papel da Igreja também foi marcante  na perseguição a Antônio Conselheiro. Nada é fortuito. As imagens trazem em si um emaranhado de significados que, à primeira vista, não é perceptível. Pierre Sorlin, em Indispensáveis e enganosas: as imagens, testemunhas da história, chama a atenção para que não nos tornemos “[...] vítima daquilo que se vê”.As perguntas no plano de aula servem para guiar a discussão no momento da crítica do filme. Elas podem ser ampliadas, durante a aula;  o professor pode suscitar outras perguntas: “Um filme diz tanto quanto for questionado. São infinitas as possibilidades de leitura de cada filme”. Assim, para explorar o filme com a perspectiva de atingir e alcançar os objetivos de determinada aula, a velha máxima do método histórico que, para todo e qualquer documento, é essencial, como nos lembra Cristiane Nova. Outro ponto importante é articular o filme ao contexto em que ele surgiu, “[...] associá-lo ao mundo que o produz”. A análise, enfim, deve levar em conta os elementos intrínsecos da linguagem cinematográfica com a realidade exterior, aquilo
“[...] que não é filme: o autor, a produção, o público, a crítica, o regime. Pode-se assim esperar compreender não somente a obra como também a realidade que representa”.Na atividade do plano de aula, há as seguintes perguntas: Quando o filme foi lançado no mercado? O que você sabe do contexto político internacional, na época? Comente. O  SORLIN, Pierre. Indispensáveis e enganosas: as imagens, testemunhas da história. Tradução de AnneMarie Milon Oliveira. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 7, n. 13, p. 88, 1994. 28  NOVA, Cristiane. O cinema e o conhecimento da história. Olho da História, Salvador, v. 2, n. 3, p. 220, nov. 1996. FERRO, Marc. O filme: uma contra-análise da sociedade. In: LE GOFF, Jacques.; NORA, Pierre. (Orgs.). História: novos objetos. Tradução de Terezinha Marinho. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976, p. 203. 
Ibid. Fênix – Revista de História e Estudos Culturais Abril/ Maio/ Junho de 2008  Vol. 5  Ano V  nº 2 ISSN: 1807-6971 Disponível em: www.revistafenix.pro.br filme tem alguma relação com a época em que foi produzido? A intenção é relacionar a obra ao contexto da guerra fria e a política conservadora e militarista de Ronald Reagan.  Por fim, a criatividade do professor é um elemento importante para desenvolver sua capacidade de analisar filmes. Basta ter  empenho, dedicação para modificar sua prática. Quinto passo (articular o filme à outra fonte)  Filmes, associados às outras linguagens, como uma fotografia ou uma matéria de um jornal, sobretudo quando bem trabalhados, podem contribuir satisfatoriamente para a construção do conhecimento histórico entre os alunos. Neste artigo, usamos como exemplo didático o filme de Kubrick e uma canção de Renato Russo. Citemos outra atividade. Trabalhamos, como exemplo de uma aula sobre o Santo Ofício da Inquisição, o filme-documentário O mito da inquisição espanhola, de Jonathan Stamp e um texto extraído do livro de Anita Novinsky, A inquisição. O primeiro apresenta uma nova abordagem, orientada, em parte, pelo discurso da Igreja, que desmistifica a intensidade da perversidade e crueldade da inquisição espanhola, criticando um documento escrito em 1567,  A Discovery and playne declaration of fundry fubtill practifes of the holy inqvisition of Spayne, de Montanus (pseudônimo da “suposta vítima”, protestante, da inquisição), texto que contribuiu para criar essa imagem da Espanha, segundo o filme. A sua proposta é “derrubar mitos”. Afirma que na Espanha a tortura foi menos usada do que em outros países, ao ponto de ter “uma ficha praticamente limpa a respeito da tortura”, segundo um dos depoimentos. Em outro, afirma que prisioneiros comuns blasfemavam, “a fim de ir para as prisões da inquisição para escapar dos maus tratos recebidos nas prisões comuns”. O filme sequer aborda o seu período mais intenso, o final do século XV e a atuação do frade dominicano Tómas de Torquemada, inquisidor geral da Espanha, responsável por milhares de mortes de hereges, segundo historiadores. O texto de Anita Novinsky, estudiosa  do assunto, ao Atividade ministrada numa das aulas de Estágio Supervisionado de História, no curso de História da UESC. O mito da inquisição espanhola (The myth of the Spanish Inquisition). Direção: Jonathan Stamp. Inglaterra/1994/52 min./Colorido. O mito da inquisição espanhola faz parte da nossa videoteca particular. Filme gravado, exibido pela TV Escola. NOVINSKY, Anita. A inquisição. 8 ed. São Paulo: Brasiliense, 1992. (Col. Tudo é história) Tradução do texto de Montanus: Uma reveladora e cabal descrição das várias práticas insidiosas da santa inquisição na Espanha.  Fênix – Revista de História e Estudos Culturais Abril/ Maio/ Junho de 2008  Vol. 5  Ano V  nº 2 ISSN: 1807-6971 Disponível em: www.revistafenix.pro.br contrário, mostra que o ápice do Tribunal da Inquisição ocorreu durante  a Idade Moderna (séculos XVI-XVIII), em Portugal e na Espanha, onde judeus e muçulmanos, artistas, cientistas e filósofos foram perseguidos. Narra os  mecanismos materiais (instrumentos de tortura) e simbólicos (autos-de-fé) utilizados pela Igreja para julgar e punir os “hereges”. Enfim, queimando homens ou livros, a Inquisição perseguiu todos aqueles que questionavam a veracidade daquilo que o clero católico considerava como sendo Verdade: a tradição e os dogmas católicos, baseados na Bíblia ou naqueles criados pela própria Igreja. Na Espanha, entre 1480 e 1808, mais de trinta mil “hereges” foram queimados, sendo penitenciadas quase trezentas mil pessoas. Segundo Novinsky, “[...] esses dados são aproximados e com o avanço das pesquisas devem ser renovados”. São dois documentos que possuem conteúdos completamente diferentes. Relacionado e comprando interpretações díspares, os documentos servem  para promover e instigar o debate em sala de aula e provocar no aluno a tendência a construir seu próprio ponto de vista.

Lista de sugestões de atividades de História publicadas na Revista Escola - Abril


Sugestões de atividades

História por temas

http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-2/indice-fundamental-2.shtml?ensino-fundamental-2.historia

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A escravidão no Brasil

Sequência didática para analisar o trabalho escravo na história do Brasil.

Como retratar a Segunda Guerra Mundial e a perseguição aos judeus com "A Lista de Schindler"

Plano de aula utiliza o filme "A Lista de Schinler" para retratar a intolerância nazista e a segregação motivada pelo racismo.

"Joana d'Arc de Luc Besson" e os grandes conflitos da Idade Média

Plano de aula utiliza o filme "Joana d'Arc de Luc Besson" para explorar a organização social e os conflitos da idade média.

Como explorar o Império Romano com "Gladiador"

Plano de aula utiliza o filme "Gladiador" para compreender a sociedade romana.

A mitologia grega retratada no filme "Troia"

Plano de aula utiliza o filme "Troia" para explorar a mitologia grega como expressão cultural.

A formação do Islã

Sequência didática para trabalhar a formação do mundo islâmico e desconstruir a associação entre islamismo e terrorismo.

O começo de tudo

Sequência didática para conhecer as sociedades que viviam no Brasil antes de 1500

Os lados da História

Sequência didática para compreender a noção de que a História pode ser contada de diversas formas.

O Muro de Berlim e outras barreiras físicas

Projeto didático para compreender a história da construção do Muro de Berlim e a Guerra Fria.

Leitura e análise de narrativas primárias

Atividade permanente para desenvolver a consciência histórica por meio da análise de narrativas.

Análise de imagens históricas

Atividade permanente para ensinar os alunos a relacionar a análise das imagens com o estudo dos textos históricos.

A abolição da escravatura, um mito de liberdade...

Plano de aula debate os verdadeiros efeitos da Abolição da Escravatura, assinada em 13 de maio pela Princesa Isabel e incita o debate sobre a construção histórica do racismo no Brasil.

Zumbi dos Palmares e a resistência negra

Plano de aula fala sobre a resistência negra no Brasil colonial e conta um pouco da vida nos quilombos e da luta de zumbi dos Palmares

O ciclo do Ouro no Brasil

Plano de aula sobre o Ciclo do Ouro em Minas Gerais, sua importância para a economia do país e como influenciou a colonização portuguesa no Brasil.

Tiradentes e a Inconfidência Mineira

Plano de aula sobre a Inconfidência Mineira, seus desdobramentos e a figura mítica de Tiradentes.

Painel sobre a ditadura militar no Brasil

Projeto didático de História sobre a ditadura militar no Brasil para alunos de 8º e 9º anos.

O Brasil holandês

Sequência didática sobre os interesses econômicos de Holanda e Portugal no Brasil colonial.

Os movimentos sociais e a república

Sequência didática para identificar as diferenças entre o projeto de república que o governo pretendia construir e as demandas sociais.

Arqueologia na escola

Sequência didática para compreender o que são documentos históricos e vestígios arqueológicos.

Trabalho escravo contemporâneo

Sequência didática que tem como objetivos fazer o aluno conhcer as características da escravidão contemporânea no Brasil e as maneiras de combatê-la.

Antigas civilizações

Sequência didática mostra como compreender o surgimento do Estado como uma necessidade de organização social humana nas antigas sociedades orientais.

Cidades espontâneas e planejadas

Sequência didática para turmas de 7º ao 9º ano sobre o desenvolvimento e a dinâmica das cidades planejadas e espontâneas.

Leitura de documentos e produção de relatos

Sequência didática sobre leitura e interpretação de documentos históricos (livros, mapas, fotografias, documentários) com produção de relato acerca da história do bai

A Família Real no Brasil

Sequência didática de História, sobre a vinda da Família Real ao Brasil

O Renascimento cultural e científico na Europa

Sequência didática sobre o Renascimento cultural e científico na Europa

Guerra Civil Americana

Sequência didática de História sobre a Guerra Civil Americana.

O povo na proclamação da República

Sequência didática sobre a participação popular nos episódios de 15 de novembro de 1889.

Uma lição apetitosa

Plano de aula sobre a influência da culinária na formação cultural das nações.

Colonização portuguesa

Sequência didática sobre a colonização portuguesa, voltada para alunos do 7º e 8º anos.

A história local dos afro-descendentes

Plano de aula sobre a importância das raízes africanas para o Brasil.

A origem e o significado do Dia do Trabalho

Sequência didática de História sobre o Dia do Trabalho. Atividades voltadas para o Ensino Fundamental II.

Olhares sobre a Revolução Francesa: análise iconográfica e sociedade estamental

Sequência didática de História para Ensino Fundamental II sobre nações, povos, lutas, guerras e revoluções.

As causas da dizimação dos indígenas brasileiros

Plano de aula destinado a alunos do 9º ano, com o objetivo de identificar os fatores que contribuíram para dizimar os indígenas brasileiros.

O mundo dos maias

Sequência didática para alunos do 8º e 9º anos, sobre os aspectos arqueológicos, sociais e culturais da civilização maia.

Os lados da História

Seqüência didática para 7º e 8º anos sobre as diferentes visões dos bandeirantes, expressas em poemas de Olavo Bilac e reportagens jornalísticas

O começo de tudo

Sequência didática de História sobre as relações sociais e políticas das sociedades pré-históricas do Brasil. Atividade para alunos do Ensino Fundamental II.

Cartazes de guerra

Sequência didática de História sobre o uso de cartazes de guerra para abordar causas e consequências da Primeira Guerra Mundial. Atividade para alunos do Ensino Fundamental II. 

A independência do Brasil e o Território Nacional

Plano de aula para debater com os estudantes o contexto do movimento de independência e a formação do território brasileiro. Atividade para alunos do Ensino Fundamental II.

Um país que já nasceu dividido

Sequência didática sobre a formação da identidade de um país e como a intolerância cria impasses que afetam as fronteiras do mundo, baseado na trajetória paquistanesa. Atividade para alunos do Ensino Fundamental II.

Coréia do Sul: das guerras ao crescimento econômico

Sequência didática sobre como organizar em classe um debate sobre a história da Coréias do Norte e do Sul, com base em pesquisas em livros e na internet. Atividades para estudantes do Ensino Fundamental II.

A importância do mar para a civilização helênica

Plano de aula para o estudo da civilização helênica nos campos social, naval e econômico, destinado a alunos do Ensino Fundamental II.

Visões sobre Cuba

Sequência didática que propõe a identificação, em relatos, de argumentos que sustentem pontos de vista diferentes sobre o regime vigente em Cuba.

Como as pessoas devem se portar ao ouvir o Hino Nacional?

Resposta de NOVA ESCOLA à pergunta da leitora sobre comportamento durante a execução do Hino Nacional Brasileiro

Qual a diferença entre guerra santa e paz armada?

Resposta de NOVA ESCOLA à pergunta enviada pela leitora sobre guerra santa e paz armada.

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Resposta de NOVA ESCOLA à pergunta enviada pela leitora sobre a América Latina e a formação de Che Guevara.

Cinco perguntas e respostas sobre o uso de biografias na sala de aula

Matéria sobre o uso de biografias e autobiografias no conteúdo da disciplina de História.

O maracatu

Reportagem sobre o maracatu, manifestação cultural que ganha as rruas durante o carnaval de Recife

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Reportagem sobre o afoxé, manisfetação afro típica do carnaval baiano

O carnaval carioca

Reportagem sobre o carnaval do Rio de Janeiro, sobre a história dos blocos de rua e das escolas de samba cariocas.

O Carnaval de Olinda

O carnaval baiano

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Como é a convivência entre árabes e judeus na Palestina

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Democracia Corinthiana, futebol e política

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Como foi a participação do Brasil na Guerra do Paraguai?

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Por que os africanos foram escravizados no Brasil?

Reportagem sobre a escravidão de africanos no Brasil com orientações de como trabalhar o tema com turmas do 6º ao 9º ano.

Cinco perguntas e respostas sobre os conflitos na Líbia e Muamar Kadafi

Cinco perguntas e respostas sobre Muamar Kadafi e a queda do regime ditatorial na Líbia para debater com os alunos nas aulas de História

Resenha do livro "Memória D’África: a Temática Africana em Sala de Aula", de Maurício Waldman e Carlos Serrano

Resenha do livro “Memória D’África: a Temática Africana em Sala de Aula”, de Maurício Waldman e Carlos Serrano

Qual a diferença entre revolução e golpe?

Resposta de NOVA ESCOLA à pergunta da leitora sobre golpes e revoluções.

Como pôr fim à relação entre terrorismo e Islamismo

Reportagem sobre a história do Islamismo com orientações de como trabalhar o tema com turmas de 6º e 7º anos.

A morte de Bin Laden vai significar o fim da Al Qaeda?

Resposta de NOVA ESCOLA à pergunta do leitor sobre a morte de Osama Bin Laden e a organização terrorista Al Qaeda.

O Muro de Berlim e as barreiras atuais

Reportagem sobre leitura de narrativas primárias e análise de imagens históricas.

Quais são as semelhanças entre a Guerra do Contestado e a de Canudos?

Resposta de NOVA ESCOLA à pergunta da leitora sobre conflitos na História do Brasil.

Como relacionar história local com a História do Brasil

Reportagem mostra como ensinar os alunos a realizar um bom trabalho de pesquisa da história local para compreender determinados momentos da História do Brasil.

A França e a Holanda no Brasil Colônia

Reportagem sobre as invasões francesas e holandesas.

Quais as diferenças entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial?

Resposta de NOVA ESCOLA à pergunta da leitora sobre as guerras mundiais.

Quais as diferenças e as semelhanças entre a crise de 1929 e a que atingiu o mundo entre 2008 e 2009?

Resposta de NOVA ESCOLA à pergunta do leitor sobre crises econômicas.

As mobilizações sociais no início da República

Reportagem sobre as revoltas que marcaram os anos iniciais da República.

Aumenta o número de países democráticos na África

Reportagem sobre os países com governo democrático no continente africano

O que foi a Revolta da Chibata?

Reportagem sobre a Revolta da Chibata, liderada por João Cândido Felisberto, em 1910.

Como a população brasileira reagiu à implantação da ditadura Getúlio Vargas, em 1937?

Resposta de NOVA ESCOLA à pergunta da leitora sobre a ditadura de Getúlio Vargas.

Juliano Custódio Sobrinho

Resumo do projeto de História do professor Juliano Custódio Sobrinho, vencedor do Prêmio Victor Civita 2010.

Quando a Suíça passou a ser considerada um país neutro?

Resposta de NOVA ESCOLA à pergunta do leitor sobre a neutralidade da Suiça.

Como ensinar Arqueologia para entender as marcas do passado

Reportagem sobre como interpretar vestígios materiais do passado.

O que caracteriza o trabalho escravo hoje no Brasil?

Reportagem sobre trabalho escravo.

Na época da escravidão no Brasil, era previsto um período para que as escravas cuidassem do seu bebê recém-nascido?

Resposta de NOVA ESCOLA à pergunta do leitor sobre a escravidão.

Ainda existe a carta que Getúlio Vargas deixou ao se suicidar?

Resposta de NOVA ESCOLA à pergunta do leitor sobre a carta de Getúlio Vargas.

A escravidão ainda existe

Reportagem sobre o trabalho escravo contemporâneo existente ainda no Brasil.

Por que 8 de março é o Dia Internacional da Mulher?

Resposta de NOVA ESCOLA sobre o Dia Internacional da Mulher

O que foi o Apartheid na África do Sul?

Reportagem sobre o que foi o Apartheid que vigorou na África do Sul de 1948 a 1990

É verdade que o Uruguai já fez parte do Brasil?

Resposta de NOVA ESCOLA à pergunta enviada pelo leitor sobre História do Brasil e do Uruguai.

Projeto Brasília

Reportagem da disciplina de História sobre Brasília e a dinâmica das cidades planejadas.

O que faz e como surgiu a bolsa de valores?

Resposta de NOVA ESCOLA a pergunta de leitor sobre o surgimento das bolsas de valores.

Linha do tempo do Muro de Berlim

Linha do tempo do Muro de Berlim

Existe alguma diferença na forma como os escravos eram tratados na Grécia e Roma antigas?

Resposta de NOVA ESCOLA a pergunta enviada pelo leitor sobre a diferença entre escravos em Roma e na Grécia.

O que foi a Revolução Farroupilha?

Reportagem sobre a Revolução Farroupilha.

Qual é a trajetória das TVs públicas no Brasil?

Reportagem sobre a história das TVs públicas no Brasil.

Quando começaram as propagandas políticas no Brasil?

Reportagem sobre a história da propaganda eleitoral gratuita.

Como surgiu o nome Estados Unidos da América?

Reportagem sobre a origem do nome do país: Estados Unidos da América.

Uma visão crítica da proclamação da República

Reportagem de História sobre o aniversário da Proclamação da República

Quais mudanças a Independência do Brasil trouxe de imediato para o país?

Reportagem mostra quais mudanças a Independência do Brasil trouxe de imediato para o país.

Como foi a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial?

Reportagem sobre a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial.

Como surgiu a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão?

Reportagem sobre a origem da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão

O que foi o Império Mongol?

Reportagem mostra o que foi o Império Mongol e a figura de Gengis Khan.

Por que judeus e palestinos vivem em conflito?

Reportagem sobre a origem e a atual configuração do conflito entre judeus e palestinos no Oriente Médio.

O que foi a revolução constitucionalista de 1932?

Reportagem sobre a Revolução Constitucionalista de 1932, em São Paulo.

Quais são os maiores impérios da história?

Reportagem sobre os três maiores impérios da história: romano, russo e britânico.

Como se articulam as greves trabalhistas?

Reportagem sobre o conceito de greve e as origens desse tipo de movimento no Brasil.

Comparações culturais entre ex-colônias portuguesas

Reportagem sobre o projeto vencedor do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10 de 2008 da disciplina de História sobre a colonização portuguesa em Angola, Macau e Brasil.

Para que serviam os castelos?

Reportagem sobre a função dos castelos na Idade Média.

Quando surgiram os primeiros veículos da imprensa brasileira?

Reportagem fala sobre os primeiros veículos de imprensa que surgirma no Brasil.

Que influências do pensamento francês ainda estão presentes no Brasil?

Histórico da influência francesa no Brasil

Qual a relação entre os piratas somalis e os piratas do século 17?

Reportagem sobre história da pirataria, pirataria moderna, piratas somalis.

Qual foi a maior batalha naval de todos os tempos?

Resposta de NOVA ESCOLA a pergunta de História enviada por leitor.

Quais foram os colonizadores da África?

Texto fala sobre os colonizadores da África.

Tiradentes e a Inconfidência Mineira

Reportagens e planos de aula sobre Tiradentes e a Inconfidência Mineira.

Revolução cubana, 50

Reportagem de NOVA ESCOLA sobre os 50 anos da revolução cubana e como teabalhar a questão com alunos do 8º e 9º anos.

Preservar o patrimônio cultural da cidade é preciso

Reportagem mostra como os alunos podem estudar o seu bairro, fazendo levantamento dos locais, construções, relevo e recursos naturais nas aulas de Geografia.

A última peleja do Diabo Loiro

Reportagem sobre Corisco, o chefe do cangaço. Fala também sobre a luta contra a fome e a violência sertanejas.

Nascimento do Brasil

Reportagem mostra que o bicentenário da chegada da família real ao Brasil pode servir de inspiração para um debate com turmas da 8ª e 9ª série sobre a formação do Brasil.

Esta maravilha é nossa

Reportagem sobre como a eleição das sete novas obras mais grandiosas feitas pelo homem pode ser trabalhada nas aulas de História, ajudando a entender melhor os povos que as criaram.

China, uma trajetória milenar

Reportagem sobre o estudo das dinastias e dos governos chineses contemporâneos, para ajudar estudantes do 6º ao 9º ano a compreender o cenário atual do país.

Visões do passado: a História do Brasil em telas e gravuras

Reportagem mostra como alunos da 6ª e 7ª série podem estudar a história do Brasil por meio da análise de telas e gravuras.

Independência do Brasil

Especial multimídia sobre a Independência do Brasil, com destaque para um tour virtual crítico pelo Museu do Ipiranga e uma sequência didática sobre território brasileiro.

Preservar é preciso

Reportagem mostra como trabalhar em sala de aula os conceitos de preservação e patrimônio cultural, usando como exemplo o tombamento de Ouro Preto (MG).

Ouviram ou não ouviram do Ipiranga?

Reportagem propõe trabalhar em sala de aula com temas ligados ao dia Sete de Setembro, como o Hino Nacional, as datas cívicas e a questão do patriotismo.

Aprendizes de Natal

Reportagem sobre projeto de Natal (RN) que usa passeios a pontos turísticos para ensinar as características socio-econômicas, históricas, geográficas e culturais do local.

Muito além da piada

Reportagem sobre o uso de caricaturas e charges para analisar fatos históricos, projeto desenvolvido com alunos de 8ª série, em Uberlândia (MG).

Faça um 15 de novembro diferente

Reportagem sobre como aproveitar o Dia da Proclamação da República para convidar os alunos a refletir sobre nosso sistema de governo

Olhares sobre a Revolução Francesa: análise iconográfica e sociedade estamental

Sequência didática de História para Ensino Fundamental II sobre nações, povos, lutas, guerras e revoluções.

A guerra do Paraguai: uma mancha de sangue na história do Mercosul

Reportagem sobre como trabalhar as relações do Brasil com seus principais vizinhos, focando a morte do ditador paraguaio Francisco Solano López, episódio que marcou o fim da Guerra do Paraguai, e o quinto aniversário do Mercado Comum do Cone Sul (Mercosul).

Um sonho, um projeto, uma realização: voar

Reportagem sobre a história do brasileiro Alberto Santos Dumont, que em 1906 levantou voo com um aparelho mais pesado que o ar - o 14 Bis.

Eu amo a América Latina

Reportagem mostra como é importante conhecer os países vizinhos. Isso ajuda a entender a realidade em que vivemos e a desenvolver o sentimento de identidade.

Geografia e História ganham vida e a cidade, um atlas

Reportagem sobre a valorização do município de Londrina, por meio da produção de um Atlas Histórico e Geográfico, trabalhando conceitos de cartografia, relevo, clima, vegetação, economia e meio ambiente.

Um mestre da cidadania

Reportagem sobre professor mineiro que teve a idéia de reviver com seus alunos de 8ª série a disputa eleitoral entre Getúlio Vargas e Júlio Prestes, mostrando que a História é feita todos os dias.

Vida profissional é matéria-prima de História

Reportagem mostra como, a partir de suas experiências de vida, alunos adultos estudam os conceitos de emprego e trabalho e compreendem que as dificuldades enfrentadas têm raízes passadas.

Arqueologia para desenvolver a produção de texto

Reportagem sobre a idéia de usar uma reportagem de jornal para introduzir noções de arqueologia, além de destacar a importância da redação nas provas de Geografia e História.

Um guarda-roupa cheio de história

Reportagem sobre como o estudo da moda pode ajudar a compreender o passado e as características de diferentes sociedades.

O passado que não está nos livros de história

Reportagem sobre a valorização do relato oral das experiências vividas por pessoas comuns, mostrando que não só os reis, rainhas, políticos e heróis têm história.

Alemanha e a Copa do Mundo

Reportagem sobre a história da Copa do Mundo na Alemanha, com plano de aula para 5º e 8º anos.

Maracanã, a construção de um símbolo

Reportagem sobre o aniversário de 50 anos do Maracanã, com dicas para abordar em sala de aula as mudanças ocorridas no futebol ao longo do tempo.

A morte de Vladimir Herzog e as mobilizações contra a ditadura

Reportagem sobre a morte do jornalista Vladimir Herzog, que mobilizou a sociedade contra os militares, com dicas de como abordar a questão da violência e dos direitos humanos na sala de aula.

Museu de Artes e Ofícios

Reportagem sobre o Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte (MG), em que são explicadas a história e as relações sociais do trabalho nos últimos três séculos, com dicas de como abordar o assunto em sala de aula.

A eleição de Tancredo Neves e o fim da ditadura militar

Reportagem sobre a eleição de Tancredo Neves à Presidência da República, em 1985, com sugestão de atividade para mostrar aos alunos como a batalha política para retomar o regime democrático exigiu não apenas habilidade nas negociações, mas muita mobilização popular e alguns sacrifícios pessoais.

O ABC do RPG

Reportagem sobre como usar os jogos de interpretação para ensinar conteúdos do 6º ao 9º ano.

A mãe das batalhas

Reportagem sobre como abordar causas e consequências da Primeira Guerra Mundial com alunos do Ensino Fundamental 2.

Como é o interior das pirâmides e por que elas têm essa forma?

Reportagem mostra como é o interior de uma pirâmide e por que ela tem essa forma..

Mudou a imagem

Reportagem sobre a análise da construção da história da imagem dos bandeirantes por diversas fontes históricas.

O legado da civilização romana

Galeria de fotos sobre o legado deixado pela civilização romana - o direito, o latim, o voto, a organização das cidades

Os imperadores romanos e seus principais feitos

Galeria de fotos sobre os principais imperadores da civilização romana

Oswald de Andrade e os 90 anos da Semana de Arte Moderna

Galeria de fotos da exposição Oswald de Andrade - O culpado de tudo, em cartaz até 26 de fevereiro de 2012 no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo.

Baú de histórias: memórias de imigrantes e escravos

Portfólio do projeto “Baú de histórias: memórias de imigrantes e escravos”, realizado pelo professor Juliano Custódio Sobrinho, de Petrópolis, RJ, vencedor do Prêmio Victor Civita 2010.

Escolas estudam o patrimônio cultural de suas regiões

Galeria de imagens mostra como escolas das cidades de Olinda, Ananindeua, Brasília e São Miguel das Missões trabalham o patrimônio histórico e cultural.

O professor pode manifestar sua opinião político-partidária na sala?

O professor de História Juliano Custódio Sobrinho responde à dúvida sobre a postura do docente na sala de aula.

Baú de histórias: memórias de imigrantes e escravos

Vídeo com o Educador Nota 10 Juliano Custódio Sobrinho, de Petrópolis. Eles fez com que seus alunos investigassem a vida de imigrantes e escravos em Petrópolis.

Patrimônio cultural: São Miguel das Missões

Vídeo sobre o trabalho de história local realizado em São Miguel da Missões que abriga um conjunto de ruínas declarado Patrimônios Mundial pela Unesco, em 1983.

Museu Afro Brasil - África: diversidade e permanência

Vídeo sobre o núcleo "África" da exposição permanente do Museu Afro Brasil.

Museu Afro Brasil: artes plásticas

Vídeo sobre o núcleo "Artes Plásticas" da exposição permanente do Museu Afro Brasil.

Museu Afro Brasil: história e memória

Vídeo sobre o núcleo "História e Memória" da exposição permanente do Museu Afro Brasil.

Museu Afro Brasil: religiões afrobrasileiras

Vídeo sobre o núcleo Religiosidade Afrobrasileira que integra a exposição permanente do Museu Afro Brasil, em São Paulo.

Museu Afro Brasil: trabalho e escravidão

Vídeo sobre o núcleo "Trabalho e Escravidão" da exposição permanente do Museu Afrobrasil.

Tour crítico pelo Museu do Ipiranga

Vídeo que faz um tour crítico pelo Museu do Ipirianga, em São Paulo, destacando pontos de vista sobre o processo de independência do Brasil, diferentes dos estabelecidos oficialmente ao longo da história.

Bertioga - Macau: diversidade cultural e intercâmbio postal

Vídeo sobre o projeto de Herivaldo Alves Pereira, Professor Nota 10, edição 2008, na categoria História.